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Visão de Futuro

Publicado: Segunda, 12 de Dezembro de 2016, 17h30 | Última atualização em Segunda, 12 de Dezembro de 2016, 17h33

O mundo vive em um momento de discussão sobre a capacidade de defesa cibernética das nações. A mídia, após denunciar escândalos de espionagem, iniciou um debate na sociedade sobre a segurança da rede mundial de computadores.

Além disso, diariamente a população sofre com ameaças da ação de hackers, sejam eles de ativistas, integrantes de grupos criminosos ou funcionários de agências de inteligência de outros países.

O Brasil está cada vez mais dependente das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC’s), que permitem não só o desenvolvimento de importantes setores da economia brasileira e do governo, mas também no avanço do sistema educacional.

A popularização da Internet foi uma das principais molas propulsoras para o crescimento e potencialização do uso das TIC`s nos campos da indústria, comércio, setor de investimentos, entretenimento e educação.

Nesse sentido, se mostra necessária a formação de profissionais nas áreas de pesquisa, desenvolvimento, operação e gestão da Defesa Cibernética para a proteção dos ativos de informação da nossa sociedade, empresas, instituições e governo, enfim, que garantam a soberania nacional.

As complexas e veladas ameaças à moderna sociedade da informação exigem profissionais formados por uma instituição fundada nos mais elevados princípios científicos, tecnológicos, pedagógicos e éticos.

Para isso, o Exército Brasileiro, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (EB/MCT&I), organizadas e conduzidas pelo Comando de Defesa Cibernética (ComDCiber), propuseram a criação e desenvolvimento de projetos que visam a melhoria no ensino de Defesa Cibernética. As iniciativas estão sendo realizadas a partir dos recursos da Secretaria de Política de Informática (SEPIN) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Entre os projetos, está a criação de uma Escola Nacional de Defesa Cibernética (ENADCiber) que  contribuirá para a capacitação de recursos humanos para o Setor Cibernético. A iniciativa conflui perfeitamente com a ideia força norteadora da Estratégia Nacional de Defesa (END).

A Escola terá como objetivos a formação de profissionais de Defesa Cibernética qualificados e estímulo à cultura de segurança cibernética na sociedade brasileira, com o apoio das Forças Armadas.

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